© Carlota Gandra

© Carlota Gandra

Marionetas tradicionais de um país que não existe

Encenação, cenografia e marionetas  Igor Gandra

Música  Michael Nick

Movimento e assistência de encenação  Carla Veloso

Realização plástica  Eduardo Mendes

Caraterização  Ricardo Graça

Interpretação  Diogo Martins, Dóris Marcos, Filipe Moreira e Gisela Matos

Participação especial do 2º Ano de Teatro do Balleteatro EP  Ana Costa, Ana Granja, Ana Queirós, Ana Santos, André Vigário, Catarina Pinto, Daniela Cula, Débora Barreto, Filipa Silva, Maria Lopes, Maria Rocha, Mariana Lamego, Marta Teixeira, Marta Panelas, Matilde Maia, Matilde Maciel, Matilde Gandra, Miguel Batista, Rafael Magalhães, Renata Couto, Ricardo Mascarenhas, Rita Faria, Sofia Silva, Sofia Marques

Desenho de luz  Mariana Figueroa, TdF

Fotografia de cena  Susana Neves

Oficina de construção  Eduardo Mendes, Luísa Natário, Bruno Dias (Estagiário ISCE Douro), Daniela Gomes, Carlota Gandra, Nádia Soares (Estagiária E.P. Centro Juvenil de Campanhã) e Américo Castanheira / Tudo Faço

Apoios  NVending, Milinanda, ANA – Aeroportos de Portugal, IEFP – Instituto do Emprego , Formação Profissional

Parceria  Balleteatro

Coprodução  Teatro de Ferro, Teatro Nacional São João

Espectáculo para M/16 anos

Na mais recente criação de Igor Gandra somos convidados a embarcar numa viagem imaginária a alguns destinos improváveis da globalização. 

Chegamos a uma porta de embarque para um destino pouco concorrido - nem uma grande e magnética cidade, nem um atrativo polo turístico. 

Das metamorfoses dos corpos, das bagagens e do mobiliário surgem objetos e criaturas animadas, através das quais os passageiros e a tripulação de terra se relacionam e convivem. 

Pode estar em curso um ataque amorista. 

A sala de espera transforma-se. Os corpos dos passageiros, do staff e das criaturas são percorridos por danças e rituais de origem indeterminada. O voo está atrasado, quase nada funciona - tudo está bem.