Daydream
Sinopse
Daydream é uma incursão num território híbrido. Este espetáculo teve como ponto de partida a leitura do conto As Ruínas Circulares, de Jorge Luís Borges. Daydream foi construído sobre uma ideia de fragmentos de ilusão, uma ilusão convencionada, uma convenção reinventada a cada momento - lampejos de lucidez na vigília ou um cabecear sonolento em direção a um universo onírico, os dois caminhos parecem entrecruzar-se.
O espetáculo é também o registo destes percursos, como tatuagens num corpo em transformação. Indícios ou vestígios de uma presença anterior.
O que fazer com o espaço entre manipulador e forma animada, e aquele outro entre esta e o espetador?
As pequenas mortes e o despertar. A marioneta e o habitante do sonho, possuem ambos uma característica (in)comum: são capazes de morrer de forma muito mais autêntica do que qualquer outro ator. O sonho e o espetáculo têm apenas como certo o seu fim. Não é necessariamente triste. É, por vezes, reconfortante. Um alívio.
- Direção artística
- Igor Gandra
- Cenografia
- Igor Gandra
- Texto
- Regina Guimarães
- Marionetas
- Maria Jorge Vilaverde
- Júlio Alves
- Desenho de luz
- Rui Maia
- Interpretação
- Carla Veloso
- Igor Gandra
- Vídeo
- Teatro de Ferro
- Direção de montagem
- Virgínia Moreira
- Oficina de construção
- Gil Rovisco
- Virgínia Moreira
- Fotografia de cena
- Susana Neves
- Produção
- Teatro de Ferro
- Apoio à criação
- Festival Internacional de Marionetas do Porto
- Apoio à criação
- Câmara Municipal de Gaia
- Desenvolvido em parceria
- Teatro Nacional São João