daydream - © Susana Neves

Daydream

Sinopse

Daydream é uma incursão num território híbrido. Este espetáculo teve como ponto de partida a leitura do conto As Ruínas Circulares, de Jorge Luís Borges. Daydream foi construído sobre uma ideia de fragmentos de ilusão, uma ilusão convencionada, uma convenção reinventada a cada momento - lampejos de lucidez na vigília ou um cabecear sonolento em direção a um universo onírico, os dois caminhos parecem entrecruzar-se.

Daydream é uma incursão num território híbrido. Este espetáculo teve como ponto de partida a leitura do conto As Ruínas Circulares, de Jorge Luís Borges. Daydream foi construído sobre uma ideia de fragmentos de ilusão, uma ilusão convencionada, uma convenção reinventada a cada momento - lampejos de lucidez na vigília ou um cabecear sonolento em direção a um universo onírico, os dois caminhos parecem entrecruzar-se.

O espetáculo é também o registo destes percursos, como tatuagens num corpo em transformação. Indícios ou vestígios de uma presença anterior.


O que fazer com o espaço entre manipulador e forma animada, e aquele outro entre esta e o espetador?


As pequenas mortes e o despertar. A marioneta e o habitante do sonho, possuem ambos uma característica (in)comum: são capazes de morrer de forma muito mais autêntica do que qualquer outro ator. O sonho e o espetáculo têm apenas como certo o seu fim. Não é necessariamente triste. É, por vezes, reconfortante. Um alívio.


  • Apoio à criação
  • Câmara Municipal de Gaia
  • Desenvolvido em parceria
  • Teatro Nacional São João